segunda-feira, 27 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Ataques de hackers ameaçam perspectivas da computação em nuvem
Os recentes ataques de hackers contra o Gmail e a PlayStation Network, da Sony, ameaçam reduzir a velocidade de decolagem da nova grande tendência no mundo da computação, a nuvem.
As companhias de computação vão colaborar para tratar de questões de segurança que estimulem a confiança do mercado sobre a computação em nuvem. A tecnologia envolve armazenagem de dados e software em servidores para acesso pelos usuários via internet. O sistema é tem grande apelo no mercado empresarial, cujas potenciais dimensões são muito maiores do que as do mercado de varejo.
"Muitas empresas têm reservas quanto à segurança da computação em nuvem devido à arquitetura para múltiplos inquilinos e ao fato de que os provedores de serviços em nuvem são grandes alvos", disse Steve Hodgkinson, diretor de pesquisa de tecnologia da informação no grupo de pesquisa britânico Ovum.
"A realidade, porém, é a de que os principais fornecedores de serviços de computação em nuvem têm forte incentivo para investirem nos mais recentes processos e tecnologias de segurança, e é provável que sejam mais seguros que as empresas", disse.
A segurança é uma questão importante no mundo da computação. Hackers invadiram as contas da Sony e promoveram ataques contra empresas de destaque, entre as quais a Lockheed Martin, do setor de defesa, e o Google, e supostamente tiveram origem na China.
As preocupações quanto à segurança podem retardar o crescimento do mercado da computação em nuvem, que este ano deve atingir os US$ 3,2 bilhões somente na Ásia, ante US$ 1,87 bilhão, enquanto o mercado mundial poderia atingir os 55 bilhões de dólares até 2014, de acordo com estimativas do grupo de pesquisa de tecnologia IDC.
Analistas e especialistas setoriais acreditam que a segurança instalada no hardware oferece mais proteção do que o software protegido por cifragem confere aos servidores. Enquanto isso, os fabricantes de chips estão se esforçando por reforçar seus sistemas de autenticação.
"Temos que fazer uma combinação de coisas como criar mais e mais dispositivos de segurança na infraestrutura", disse Boyd Davis, vice-presidente na Intel, falando durante a Computex, em Taipé, nesta semana.
A Intel tem trabalhado desde o final do ano passado com empresas de software e de computadores incluindo Fujitsu, Huawei, Cisco, Dell, IBM e HP, em uma iniciativa entre indústrias direcionada a tornar a infraestrutura em nuvem mais simplificada, segura e eficiente.
Enquanto isso, ARM e AMD, rivais da Intel, também estão inserindo mais sistemas de segurança em seus chips e processadores, mas estão trabalhando com diferentes parceiros.
Se houvesse um padrão aberto a ser seguido, isso poderia ajudar a indústria de tecnologia a criar um sistema de computação em nuvem mais seguro, segundo a AMD.
"Se você não tem um padrão aberto, você poderá ter segurança de uma certa maneira e eu posso fazer algo que não seja compatível e as aplicações poderão não conseguir conversar entre si", disse Manju Hegde, vice-presidente corporativo da AMD.
As companhias de computação vão colaborar para tratar de questões de segurança que estimulem a confiança do mercado sobre a computação em nuvem. A tecnologia envolve armazenagem de dados e software em servidores para acesso pelos usuários via internet. O sistema é tem grande apelo no mercado empresarial, cujas potenciais dimensões são muito maiores do que as do mercado de varejo.
"Muitas empresas têm reservas quanto à segurança da computação em nuvem devido à arquitetura para múltiplos inquilinos e ao fato de que os provedores de serviços em nuvem são grandes alvos", disse Steve Hodgkinson, diretor de pesquisa de tecnologia da informação no grupo de pesquisa britânico Ovum.
"A realidade, porém, é a de que os principais fornecedores de serviços de computação em nuvem têm forte incentivo para investirem nos mais recentes processos e tecnologias de segurança, e é provável que sejam mais seguros que as empresas", disse.
A segurança é uma questão importante no mundo da computação. Hackers invadiram as contas da Sony e promoveram ataques contra empresas de destaque, entre as quais a Lockheed Martin, do setor de defesa, e o Google, e supostamente tiveram origem na China.
As preocupações quanto à segurança podem retardar o crescimento do mercado da computação em nuvem, que este ano deve atingir os US$ 3,2 bilhões somente na Ásia, ante US$ 1,87 bilhão, enquanto o mercado mundial poderia atingir os 55 bilhões de dólares até 2014, de acordo com estimativas do grupo de pesquisa de tecnologia IDC.
Analistas e especialistas setoriais acreditam que a segurança instalada no hardware oferece mais proteção do que o software protegido por cifragem confere aos servidores. Enquanto isso, os fabricantes de chips estão se esforçando por reforçar seus sistemas de autenticação.
"Temos que fazer uma combinação de coisas como criar mais e mais dispositivos de segurança na infraestrutura", disse Boyd Davis, vice-presidente na Intel, falando durante a Computex, em Taipé, nesta semana.
A Intel tem trabalhado desde o final do ano passado com empresas de software e de computadores incluindo Fujitsu, Huawei, Cisco, Dell, IBM e HP, em uma iniciativa entre indústrias direcionada a tornar a infraestrutura em nuvem mais simplificada, segura e eficiente.
Enquanto isso, ARM e AMD, rivais da Intel, também estão inserindo mais sistemas de segurança em seus chips e processadores, mas estão trabalhando com diferentes parceiros.
Se houvesse um padrão aberto a ser seguido, isso poderia ajudar a indústria de tecnologia a criar um sistema de computação em nuvem mais seguro, segundo a AMD.
"Se você não tem um padrão aberto, você poderá ter segurança de uma certa maneira e eu posso fazer algo que não seja compatível e as aplicações poderão não conseguir conversar entre si", disse Manju Hegde, vice-presidente corporativo da AMD.
Google, Yahoo e Bing se unem para melhorar esquema de buscas
Os gigantes da busca anunciaram na quinta-feira o lançamento do schema.org, uma iniciativa que tem como objetivo criar um vocabulário comum de esquemas. Esquemas, de acordo com o próprio site, são tags HTML que os webmasters podem usar para marcar suas páginas e que são reconhecidas pelos buscadores. Sites como Google, Yahoo e Bing irão confiar nessas marcas para apresentar melhores resultados de busca, tornando mais fácil para o usuário encontrar a página certa, isto é, que realmente deseja.
Muitos sites são feitos em cima de estruturas de dados, que normalmente são armazenados em data centers. Quando esses dados são formatados em linguagem HTML - das páginas na internet - torna-se difícil recuperar essa estrutura de dados. Com as marcações, fica mais fácil para os buscadores compreenderem as informações das páginas na web. Para quem desenvolve, é igualmente interessante ter seu site melhor compreendido por Google, Yahoo e Bing e, sendo assim, ser mostrado mais de acordo com a busca feita pelo usuário.
Além de consolidar os esquemas para categorias que já existem, schema.org também apresenta esquemas para mais de uma centena de novas categorias, incluindo filmes, música, organizações, programas de TV, produtos, lugares e muito mais, todos com exemplos.
A notícia, para o público leigo pode não interessar, mas para webmasters e demais profissionais envolvidos no desenvolvimento de sites um vocabulário comum aos sites de busca interessa, e muito. É a internet mostrando que mesmo a concorrência pode se unir para criar algo maior.
Mais informações em http://schema.org/
Muitos sites são feitos em cima de estruturas de dados, que normalmente são armazenados em data centers. Quando esses dados são formatados em linguagem HTML - das páginas na internet - torna-se difícil recuperar essa estrutura de dados. Com as marcações, fica mais fácil para os buscadores compreenderem as informações das páginas na web. Para quem desenvolve, é igualmente interessante ter seu site melhor compreendido por Google, Yahoo e Bing e, sendo assim, ser mostrado mais de acordo com a busca feita pelo usuário.
Além de consolidar os esquemas para categorias que já existem, schema.org também apresenta esquemas para mais de uma centena de novas categorias, incluindo filmes, música, organizações, programas de TV, produtos, lugares e muito mais, todos com exemplos.
A notícia, para o público leigo pode não interessar, mas para webmasters e demais profissionais envolvidos no desenvolvimento de sites um vocabulário comum aos sites de busca interessa, e muito. É a internet mostrando que mesmo a concorrência pode se unir para criar algo maior.
Mais informações em http://schema.org/
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